RELATÓRIOS GERENCIAIS – COMO FAZER?

Relatório Gerencial, de maneira geral, é um documento escrito, baseado em fatos contendo informações relevantes para avaliação e possíveis tomadas de decisão. Perceba que praticamente todo relatório é um Relatório Gerencial.
Um relatório gerencial é um relatório baseado em análises de dados passados e atuais e também, em projeções futuras e sugestões. De sugestões de como melhorar os índices, fale sobre possíveis efeitos de alguma crise ou aquisição/venda de uma nova unidade, etc.
“ Relatórios Gerenciais de boa qualidade são de extrema importância para uma boa gestão. É possível elaborar e utilizar os Relatórios Gerenciais de forma simples, objetiva e eficaz.”
Para que seja feio um relatório, é necessário ter dados e índices a serem analisados. Destaque-os evidenciando as tendências demonstradas (crescimento de ganhos, redução de custos, despesas, por exemplo), mostre também pontos que podem ser melhorados (onde reduzir despesas, por exemplo). Fale também do resultado obtido com os indicadores calculados, um bom conhecimento em excel é bastante importante, pois esta ferramenta ajuda e muito no desenvolvimento e acompanhamento gerencial.
“ Escrever é uma habilidade empresarial essencial. A maior parte das pessoas bem sucedidas dentro de uma empresa se comunica bem ao escrever, e poucas pessoas alcançam uma posição de destaque sem dominar essa arte. E você tem uma sensação incrivelmente satisfatória quando o que escreveu causa o impacto que desejava.”
O relatório deve sempre ter qualidade gráfica e de informação, confiabilidade, clareza de texto e impressão, acabamento e papel adequados, para que quando um diretor venha analisar o seu relatório ele possa interpretar as informações exatamente como você as quer passar, caso o diretor não entenda, ou ache meio complicado, provavelmente seu relatório irá pra uma gaveta e será esquecido.
Para quem não possui um sistema bem estruturado que possa lhe fornecer informações e relatórios gerenciais, o Excel é uma boa pedida. Alem de você criar uma base de dados dentro dele, lá você também poderá criar os tão famosos gráficos, que a princípio são os grandes geradores de informações gerenciais.
O Gráfico é um instrumento que possibilita transmitir muitas vezes o significado de planilhas ou tabelas complexas de uma forma mais eficiente e mais simples. Sendo assim, o Excel permite a criação de vários tipos de gráficos de forma prática e eficiente, baseado nas informações fornecidas por suas planilhas.
Não adianta nada você saber efetuar a confecção de um gráfico se não souber a que finalidade se destina determinado gráfico. Desta forma você correrá o risco de apresentar um gráfico que não seja adequado a uma determinada situação.
Uma linguagem simples e curta, de parágrafos breves e fáceis de ler. Não importa a complexidade do assunto ou a complicação do material, você sempre pode transformar tudo num português claro, legível e objetivo.
COMO FAZER?
Irei adotar como exemplo um relatório da empresa Kepler Weber referente ao exercício 1T11.
É essencial que o relatório tenha uma capa de apresentação expondo o assunto em questão, logo da empresa, e é claro, o nome e função das pessoas envolvidas na confecção do mesmo.
Lembrando que tudo que estou falando aqui não é um padrão, apenas uma forma de ajudar a iniciar o seu relatório, que cada relatório, e cada empresa terão a sua particularidade, porém nunca se esqueça de ter uma linguagem simples e curta, de parágrafos breves e fáceis de ler.
Inicialmente como no modelo abaixo, a Kepler iniciou o seu relatório demonstrando os principais destaques do período.
Receita líquida, lucratividade e Ebitda, principais indicadores que ela acha relevante estarem em destaque naquele momento. Em cada tópico ela fez um prevê comentário, simples e curto, e ao lado a base de dados que ela fundamentou o seu comentário.
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Em empresas de sociedade anônimas é comum vir acompanhado logo após os destaques uma: mensagem aos acionistas - Mensagem essa explicando um pouco mais detalhado o porquê daqueles resultados e quais as expectativas futuras. Perfil Corporativo – que fala um pouco da empresa, quando ela foi construída, o ramo de atuação, dentre outras coisas. E, Desempenho econômico financeiro – faz uma retrospectiva de exercícios anteriores, demonstrando as perspectivas para exercícios futuros, trazendo dados fundamentados (revistas, site, publicações), informando e demonstrando aos acionistas como chegaram àquelas projeções.
Esse tópico é interessante quando a empresa for apresentar resultados consolidados a grande grupo de pessoas. Para relatórios rápidos e mais simples, não aconselho que seja colocado.
Logo após a apresentação da empresa, iremos iniciar a demonstração dos resultados acompanhados de gráficos e análise técnica.
Nessa parte fica a seu critério por onde começar. Empresas geralmente iniciam sua análise pela parte mais interessante, porem o relatório tem que obedecer uma seqüência lógica. Eu não posso começar o meu relatório por receita, depois falo de resultado, depois volto em despesa, ai volto em custo. Entende?
Tenho que seguir uma lógica. Em um relatório gerencial financeiro, geralmente obedece à seqüência de uma DRE – Demonstrativo de resultado do exercício por exemplo.
Eu começo com os meus destaques do período, EBITIDA, por exemplo, e ao entrar na análise de cada indicador eu tento estabelecer uma lógica. (Receita-Custo-Ebitda-Despesa-Lucro).
Observe o exemplo na publicação da Kepler:
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Observe que ela faz uma análise do indicador (Receita-custo-Lucro), e na frente ela coloca um gráfico para explicar melhor a seus acionistas, apenas uma forma de apresentação. Os gráficos estão de acordo com as suas necessidades, bem explicados, simples, de fácil assimilação, alem de trazer uma cor laranja em sua maioria, isso faz com que os gráficos façam uma alusão à empresa, a marca, um ponto interessante. Na despesa financeira, ela trás uma tabela demonstrando dois períodos e suas variações percentuais.
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Após as análises financeiras, a empresa acha interessante colocar outro assunto, falar sobre os seus funcionários por exemplo. Observe que o gráfico é adequado, não foi obedecido um padrão, mas que o assunto veio em um novo tópico, para demonstrar que estamos mudando de assunto, nada impedindo agora eu falar sobre outros a critério da diretoria.
Observe que tudo que pode ser usado como informação para a tomada de decisão, a empresa retém na sua apresentação. Façam o mesmo, porém não deixe as apresentações muito carregadas, nem muitas informações, pois trabalhos difíceis e cansativos de ler vocês já sabem. GAVETA.
Abaixo segue o link do relatório na integra da Kepler Weber.
Abraço a todos, e fiquem com Deus.
Bruno Zagheti

RELATÓRIOS GERENCIAIS - BASE PARA A TOMADA DE DECISÃO

Resumo
Relatórios Gerenciais – de boa qualidade – são de extrema importância para uma boa gestão. Observando alguns poucos princípios, é possível elaborar – e utilizar – os Relatórios Gerenciais de forma simples, objetiva e eficaz.

Definição
Relatório Gerencial, de maneira geral, é um documento escrito, baseado em fatos contendo informações relevantes para avaliação e possíveis tomadas de decisão. Perceba que praticamente todo relatório é um Relatório Gerencial.

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Como fazer um bom Relatório Gerencial

1. Destinatários – Deve estar claro para quem elabora um Relatório Gerencial quem terá acesso ao mesmo. Uma boa providência é relacionar – na capa do relatório – quem são os destinatários – sem esquecer de destacar a palavra “confidencial” quando for o caso.
2. Objetivo – Quem elabora um Relatório Gerencial deve saber muito bem o que se espera dele – o que se deseja conseguir com a sua utilização. O objetivo mais comum é controlar um determinado assunto, tomando as possíveis decisões e providências necessárias perante objetivos determinados. Mas podem existir muitos outros, mais ou menos específicos. Descrever ou relacionar os objetivos, apresentando-os ou não no próprio relatório, pode ajudar bastante.
3. Conteúdo - Identifique e apresente o melhor possível as informações com maior potencial de utilidade para as pessoas envolvidas e interessadas. Geralmente elas abrangem três aspectos principais - custos, prazos e qualidade. Muito importante é identificar e atender os aspectos de relatividade - em especial os relacionados ao tempo e às referências ou metas. Mostrar apenas qual a despesa do mês não vai servir para muita coisa se não se souber qual a meta, e quais os valores de meses anteriores, ou a tendência. Para que serve informar que 70% da produção está pronta para quem não sabe qual seria o valor adequado, ou quando terá que chegar aos 100% ?
Dependendo do tipo de Relatório Gerencial, pode ser importante a apresentação de tópicos como Introdução, Objetivos, Sumários, Glossários, Recomendações, Conclusões, Bibliografia ou Referências, Anexos, entre outros.
Relatórios periódicos devem estar assim identificados, preferencialmente já no título.
Datas e assinaturas nunca devem faltar onde necessárias – óbvio, porém é uma falha comum.
business-meeting (1) 4. Forma – Deve ser a mais prática e comunicativa possível. O uso de ilustrações, desenhos, fotos, tabelas, gráficos, geralmente é de extrema valia. Merece destaque o uso de gráficos, nas suas mais variadas formas possíveis (linhas, barras, pizza, etc.) – softwares de planilhas, como o Excel, têm esses gráficos praticamente prontos – alguns cliques, e eles são gerados em segundos.
Uma exposição bem estruturada (tópicos, capítulos, etc.), resumida e apresentada no Índice, geralmente agrega um bom valor.
A exposição deve seguir sempre o esquema de pirâmide – o mais importante acima das explicações, justificativas, detalhes. Dados para eventuais conferências devem estar preferencialmente em anexos.
As páginas devem ser sempre numeradas e, convém também que, além do título, o Relatório Gerencial seja numerado como um documento. Isso facilitará muito qualquer referência em outro documento, o arquivamento, buscas e pesquisas, entre outras coisas.
Relatórios informatizados devem estar adequadamente formatados para impressão – tamanho de página, margens, etc.

Como usar um Relatório Gerencial
Quem, de alguma forma, tem acesso a um Relatório Gerencial – elaborado conforme exposto – deve dar a devida atenção ao mesmo. Também óbvio – também referente a uma falha comum.
Certamente ali estão informações relevantes para sua possível tomada de decisões. Pode ser tão apenas decidir reconhecer algum sucesso – atitude esperada de muitos líderes. Mas, se é de fato um bom Relatório Gerencial, provavelmente conterá boas informações para a identificação e aproveitamento de diversas oportunidades de melhoria.
No caso de Relatórios Gerenciais Periódicos, geralmente também é possível, e conveniente, dar algum feed-back sobre a qualidade do relatório para quem o elabora – mais uma oportunidade de melhoria.

Dica Importante
A primeira vez que me pediram um relatório eu fiquei doido, não sabia o que fazer, pesquisei em toda a internet, e nada.
A minha dica é a seguinte: 
Toda empresa S.A de capital aberto, tais como: Banco ITAU, Vale, petrobras, Kepler dentre outras, essas empresas são obrigadas a divulgar a cada três meses seus demonstrativos para seus acionistas. 
Você entrando no site do IBOVESPA, lá você encontra diversas empresas de capital aberto - empresas que tem suas ações negociadas na bolsa de valores, lá você poderá escolher uma empresa do ramo se preferir e entrar no site dela. Lá você encontrará demonstrativos patrões e também, relatórios gerenciais, com gráficos, análise etc. Bons relatórios que você pode aprender e trazer para o seu e surpreender o seu querido chefe.
Taí a dica pessoal, logo logo tem mais.
Gostaria da Ajuda, materiais e da experiência de cada um para enriquecer esse trabalho. 
Abraço a todos.


GESTÃO DE COMPRAS



Atualmente, a gestão de compras é pouco entendida tanto pelos demais departamentos de uma empresa, quanto pelos demais indivíduos do mercado. É de suma importância que o produto final de uma empresa satisfaça seu público alvo, além de se mostrar competitivo em meio a um mercado onde se ganha pelos diferenciais e pela qualidade.


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Um dos principais fatores envolvidos em um produto competitivo e de qualidade é a boa compra. Toda matéria-prima, materiais auxiliares, serviços, equipamentos, dentre outros componentes devem passar por um rigoroso sistema que impede que um item possa prejudicar o produto final. O estudo de caso a ser desenvolvido terá como foco na gestão de compras, suas responsabilidades, suas limitações e seus objetivos.

Atualmente, há um novo modelo gerencial e competitivo. Adicionalmente, as compras externas de bens e serviços respondem por grande parte dos recursos financeiros das empresas, favorecendo a visão de que a cadeia de abastecimento é um campo vital a ser explorado.

Na preferência do consumidor, busca-se o constante equilíbrio entre os interesses da empresa e a necessidade do mercado. Sempre que a gestão de compras não é adequada e as metas e cronogramas não são devidamente definidos, podem acontecer falhas e conflitos que impedem o bom andamento do resultado empresarial.

Conforme Gaither & Frazier (2001) a missão do departamento de compras é perceber as necessidades competitivas dos produtos e serviços, tornando-se responsável pela entrega no tempo certo, custos, qualidade e outros elementos na estratégia de operações.

A gestão de compras é um dos principais pilares de toda empresa. Tem função estratégica porque é onde aplica-se recursos financeiros, através de processos para a compra de tudo o que é necessário para a empresa.

Essa área tornou-se uma atividade de relevância para o gerenciamento empresarial e com influência direta quanto aos estoques e clientes. Também está relacionada à competitividade da empresa.

O setor de compras necessita ter acesso direto a informação vinda da alta gerência para que possa atuar de forma estratégica. A falta de comunicação direta entre os setores da empresa impede que as informações estratégicas sobre o mercado sejam trabalhadas pela gerência. O órgão de compras, que constitui o elemento de ligação entre a empresa e seu ambiente externo, é o responsável pelo suprimento dos insumos e materiais necessários ao funcionamento do sistema empresarial (CHIAVENATO, 1991, p. 100).

Portanto, a gestão de compras trata-se de uma peça fundamental quanto ao desempenho da empresa. Assim, deve ser analisada estrategicamente e sempre atualizada quanto às necessidades mercadológicas.

Abraço a todos.

Bruno Zagheti

MARKETING & AS REDES SOCIAIS

A crescente necessidade das empresas monitorarem as redes sociais e planejarem ações de Marketing para estes canais é uma oportunidade para os profissionais da área. Quem deseja se dedicar ao trabalho em sites como REDE SOCIALOrkut, Twitter e Facebook tem como perspectiva salários iniciais em torno de R$ 1.500,00, mas que podem chegar a R$ 12 mil, dependendo do cargo ocupado e do porte da empresa.
Segundo a pesquisa Marketing Visão 360º, realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International, os investimentos em redes sociais são realizados por 67% das empresas brasileiras. Ações deste tipo são as segundas de Marketing Digital mais utilizadas, perdendo apenas para o E-mail Marketing, com 80% das citações. Os números mostram o potencial da área para quem deseja apostar no segmento como oportunidade de trabalho.
Como a prática é recente, a especialização em mídias sociais ainda não é frequente no meio acadêmico. Mas se até bem pouco tempo bastava ter afinidade com a internet e as redes sociais, agora o cenário começa a se modificar e torna-se mais concorrido. Com o aumento da oferta de empregos na área, conhecer os conceitos e as ferramentas de Marketing a fundo é cada vez mais importante para saber aproveitar ao máximo as possibilidades oferecidas pelas mídias sociais.
Para isso, é necessário compreender como funciona o mercado e o comportamento do consumidor, além de construir relacionamento e fazer um bom trabalho de branding. A partir daí, é possível utilizar as ferramentas como armas dentro do planejamento de ações. Quem souber agregar conhecimentos estratégicos de Marketing ao entendimento sobre tecnologia, informática e comportamento humano pode aumentar suas chances de atuar no segmento.
Conhecimento autodidata
O processo de amadurecimento do mercado faz com que a formação dos profissionais seja, de certa forma, empírica. "Por ser algo relativamente novo, a busca por conhecimento está sendo por experimentação. As mídias sociais estão na internet há um tempo, mas o boom veio de três anos para cá".
redes-sociais Mas apesar de ser válido, o aprendizado autodidata dos profissionais não é suficiente para as empresas que buscam candidatos. Hoje é possível encontrar pós-graduações em Marketing Digital, que trazem conteúdo de mídias sociais. Há ainda cursos específicos, como é o caso da E-commerce School, que oferece os de "Marketing em Redes Sociais" e "Formação de Gerente de Mídias Sociais".
"O cenário atual melhorou bastante em relação há três anos, quando não existiam pós, cursos e palestras sobre o tema. Ainda não há uma pós focada 100% em mídia social e também não vejo essa necessidade. O profissional que for trabalhar nesta área tem que ter base de Comunicação e Marketing para depois se especializar em Marketing Digital.
Faltam mídias sociais na graduação
No ambiente acadêmico, entretanto, o tema não aparece nos cursos de graduação. Os alunos estão saindo da faculdade sem uma base principal para permear todas as estratégias de Marketing, que hoje passam pelas plataformas digitais".
Já em relação às pós-graduações, o maior problema está na falta de opções fora das capitais e dos grandes centros. Outra questão é a baixa qualidade de cursos que prometem formar profissionais na área. Com o aumento da procura, é natural que apareçam também muitas ofertas.
"Têm aparecido muitos cursos na área, porque o mercado é novo e há muita demanda. Dentro disso, no entanto, há muito oportunismo. Cursos com professores pouco qualificados, ou meramente técnicos", ressalta Nino Carvalho (foto), Consultor de Estratégias Digitais, Superintendente de Marketing da Ativa Corretora e Coordenador dos cursos de MBA e Pós MBA em Comunicação e Marketing Digital da FGV.
Técnica aliada a conceitos
O risco de se tornar um profissional meramente técnico quando o assunto são as redes sociais é outro obstáculo para quem deseja atuar na área. marketing-pessoal-digital-internet-redes-sociais-300x242 Não adianta ter aulas que ensinam apenas a usar um software e não falam em estratégias, planejamento de Marketing ou como usar as ferramentas disponíveis na internet. Uma saída para as escolas é preencher o corpo docente com profissionais de mercado, que saibam aplicar na prática os conceitos de mídia social e tenham casos para exemplificar.
Estes profissionais são também responsáveis por contribuir para o desenvolvimento do mercado. "Ainda há uma divisão das áreas online e offline por parte da empresas. Mas acredito que daqui a um tempo teremos uma diretoria de Marketing mais integrada", diz Carvalho, da FGV.
As mudanças nas empresas contribuirão também para o meio acadêmico e as possibilidades de formação para quem deseja se especializar. "Na medida em que vão aparecendo cases, o mercado começa a amadurecer. Assim como hoje poucas pessoas fazem curso de informática, acredito que chegará um momento em que a questão do uso das mídias sociais será natural por estar diluída no dia a dia", conta Salvador, da E-commerce School.
Mas o executivo lembra que, mesmo as redes sociais estando integradas à rotina dos profissionais e das empresas, é necessária uma evolução do meio acadêmico. "As técnicas para usar as redes como negócio, transformar em venda e relacionamento devem passar por uma escola e um professor experiente que ensine a linguagem. Hoje faltam profissionais para exercerem a função nas empresas, mas também há poucos professores qualificados".